domingo, 23 de fevereiro de 2014

Cine PET - Reino das Plantas



Kingdom of Plants (O Reino das Plantas) é um documentário, produzido em três episódios, para nos deixar rendidos aos encantos da natureza. Com o carimbo da BBC, e filmado num microcosmo onde se encontram cerca de 90% das espécies de plantas conhecidas pelos cientistas, o trabalho usa imagens em alta definição e tecnologia de ponta.
The Royal Botanic Gardens, Kew, ou Kew Gardens, é considerado Santuário Mundial da UNESCO, desde 2003, e é famoso pela sua flora única. Lá, David Attenborough captou imagens que nos abrem as portas de um mundo até agora bem desconhecido. Das plantas mais bonitas às mais bizarras, desde seu início na terra até ao papel fundamental que desempenham na natureza ou as condições adversas em que sobrevivem.
Graças a tecnologia utilizada na captação de imagens, e ao efeito de time-lapse, a visibilidade e percepção do crescimento das plantas é maior. 

Não perca o primeiro episódio nesta terça-feira na sala do primeiro semestre do curso de Agronomia, às 12:30h. 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

XXV Congresso Brasileiro de Entomologia


Entomologia integrada à sociedade para o desenvolvimento sustentável
14 a 18 de Setembro de 2014 - Centro de Convenções Goiânia - GO


A Sociedade Entomológica do Brasil (SEB) em parceria com a Embrapa Arroz e Feijão e a Universidade Federal de Goiás (UFG), tem o prazer de convidá-los para participaram do XXV Congresso Brasileiro de Entomologia (XXV CBE), o segundo maior evento entomológico do mundo, a se realizar de 14 a 18 de setembro de 2014 no Centro de Convenções, na cidade de Goiânia, GO. Com o tema "Entomologia integrada à sociedade para o desenvolvimento sustentável", iremos fazer um congresso inovador, levando os avanços da pesquisa entomológica não somente para a academia, mas também para os setores produtivos rurais e urbanos. Neste evento teremos também o prazer de hospedar pela primeira vez uma reunião da Seção Internacional da Sociedade Americana de Entomologia (ESA), para darmos início a uma parceria entre as duas sociedades visando o estabelecimento de interações conjuntas nos cenários nacional e internacional. Essas interações se encaixam dentro do espírito atual de ações globais da Entomologia num mundo sem fronteiras. Estamos planejando um programa científico estimulante, que irá explorar as descobertas mais recentes da pesquisa e das tecnologias em Entomologia. Várias novidades estão sendo programadas, como mini-cursos, concursos entre estudantes nas apresentações orais e de pôsteres, e a exposição "Planeta Inseto" uma mostra viva sobre os diversos aspectos dos insetos e seu "universo particular".

Comecem a planejar sua participação desde já. Aguardamos a sua presença em Goiânia para juntos fazermos do XXV CBE um evento único na história da Entomologia brasileira.

Eliane D. Quintela
Presidente do XXV CBE

Fonte: cbe2014

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Áreas degradadas podem se transformar em sistemas agroflorestais

A chamada transição agroecológica consiste no apoio a um processo de transformação dos atuais modelos de desenvolvimento rural e de agricultura convencionais para estilos de desenvolvimento e manejo agrícola mais sustentáveis. De acordo com a pesquisadora Nilzemary Lima, da Embrapa Caprinos e Ovinos, a transição ecológica surgiu como uma ferramenta gradual de mudança.

Segundo a pesquisadora, o sitema vem sendo usado para recuperar áreas de capoeira abandonadas por queimadas e desmatamentos, o que permite transformar as áreas em sistemas agroflorestais sustentáveis, combinando atividades de pecuária e exploração agrícola, inclusive com produção de alimentos para animais. Este trabalho é o principal objetivo de pesquisas da Embrapa Caprinos e Ovinos, que tratam da transição ecológica no semiárido nordestino. Os trabalhos realizados têm mostrado potencial de ser alternativa para os agricultores locais, com práticas que amenizam os efeitos da agricultura migratória.

Segundo ela, as práticas migratórias da agricultura convencional na caatinga, com a derrubada da vegetação, queimadas e uso do superpastoreio, que é a concentração de animais acima do limite suportável pelo ambiente, têm sido fatores de degradação do bioma há mais de três séculos. Assim, tornariam impossível mudanças bruscas na conscientização dos agricultores para que eles incorporarem, em curto prazo, práticas sustentáveis dos recursos naturais renováveis. Dessa maneira, um trabalho de transição surgiria como boa alternativa.

A transição agroecológica permite também a adaptação tanto aos fatores ambientais, como clima, solo e água,  dos ecossistemas quanto à cultura das comunidades que manejam os sistemas de produção. Isto tem permitido que se trabalhe com mudanças de atitude e valores dos atores sociais em relação à conservação de recursos naturais.
Fonte: Nordeste Rural

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Ex-bolsistas PET Agronomia UFCA apresentam 100% de aprovação em programas de pós-graduação em nível de MESTRADO!

Parabéns!

Cícera Vanuza Xavier – Universidade Federal do Ceará (Fitotecnia);
Jéssica Soares Pereira – Universidade Federal do Ceará (Fitotecnia e Economia Rural);
Josefa Maria Francieli da Silva – Universidade Federal do Ceará (Solos);
Laianny Morais Maia – Universidade Federal do Ceará (Fitotecnia);
Maria Jayane Mota Bezerra – Universidade Federal do Ceará (Fitotecnia);
Vanessa Oliveira Teles – Universidade Federal Rural do Pernambuco e Universidade Federal da Paraíba (Zootecnia).

Descontração e depoimentos marcam recepção de novos alunos da UFCA

A semana de recepção dos novos alunos da Universidade Federal do Cariri – UFCA - foi aberta, ontem, segunda-feira, dia 10, com música, depoimentos de ex-alunos, apresentação dos membros da administração superior e muita música. 

As atividades foram realizadas em dois turnos: pela manhã e pela noite. A semana será marcada ainda por várias oficinas voltadas para o exercício acadêmico. A organização da semana de recepção dos novos alunos foi organizada pela Diretoria de Assistência Estudantil – DAE.
A reitora da UFCA, professora Suely Salgueiro Chacon, ao dar as boas-vindas aos novos alunos, lembrou que a UFCA estava praticamente começando com eles – “foram sete meses de intenso trabalho, pois estamos começando a construir uma nova universidade”.
A reitora convidou os novos alunos a se engajarem nesse esforço, pois o momento é de mudança, de revolução de ideias. “A UFCA significa uma grande revolução social, reunindo alunos de diferentes locais. A universidade no meio do sertão significa uma grande revolução”,
O vice-reitor, professor Ricardo Ness, num breve discurso, lembrou aos alunos que eles eram a razão da existência da nova universidade e que vivenciariam um momento único: a construção de uma universidade. Solicitou que eles se engajassem nos programas da UFCA através do sistema de bolsas, processo que, em sua época de estudante, inexistia.
A recepção dos alunos foi realizada de forma espontânea, descontraída e sem protocolos. A diretora da DAE, professora Cláudia Marco, dirigiu a solenidade. Muitos dos presentes contaram suas experiências – professores, técnicos, ex-alunos, alunos e calouros. Inês de Farias, 49 anos, ingressante no curso de Música, explicitou a realização de um sonho antigo. Ela é carioca, mas residente em João Pessoa, Paraíba. “Depois de um longo tempo – disse – comecei a colocar meu pé na música através da UFCA, um sonho de muitas décadas”.
Vanessa Oliveira, ex-bolsista PET e recém-formanda em Agronomia, narrou a sua experiência em anos de estudo, explicitando as diversas fases que vivenciou dentro da UFCA – inicialmente de um certo desânimo diante de disciplinas muito teóricas, “pensei em desistir”, disse. Mas, ao longo do curso, engajou-se em projetos e atividades que lhe foi abrindo novos horizontes.
Ao concluir o curso, Vanessa foi convidada para trabalhar, mas preferiu cursar o Mestrado na Universidade Federal da Paraíba - UFPB. “Se apaixonem pelo curso. É um período de muito estudo, mas também de alegrias, de criar novos laços de amizade e, principalmente, um período de muito aprendizado. Não desistam diante das barreiras, dos problemas. Muitas pessoas gostariam de estar no lugar de vocês, mas não estão. A gente sai da universidade, mas a universidade não sai da gente”.
O congolês, Trezene Bampata Betoko, estudante de Engenharia Civil, falou da sua experiência numa universidade no interior do Brasil. A concorrência não foi fácil para ingressar na UFCA, mas seu esforço não foi em vão. Revelou aspectos da África, um continente ainda desconhecido dos brasileiros, com 54 países independentes. Lamentou que os mídias tratam a África com preconceito, mostrando imagens de tragédia e de sofrimento. “A África não é só isso. Não sei o que eles querem ao mostrarem somente um lado dos países africanos”, assinalou.
O continente africano tem a mais jovem população do mundo, 65 por cento dos 850 milhões de habitantes. Trezene enfatizou que o mundo também precisa da África com a sua floresta equatorial, a segunda mais rica do mundo, sendo boa parte dela ainda inexplorada. Elogiou a UFCA, mas lamentou o preconceito ainda existente no Brasil contra os negros. “Não dentro da universidade, um local de pessoas esclarecidas”.
Os depoimentos foram muitos, generosos e esclarecedores. A música deu o tom descontraído da solenidade. Música clássica, popular, pop internacional. A reitora Suely Salgueiro Chacon ressaltou várias vezes a importância de os novos alunos participarem da construção de uma nova universidade. Diferente e cuja maior virtude é a inclusão real.
A Diretoria de Assistência Estudantil - DAE da Universidade Federal do Cariri - UFCA esclarece que as atividades letivas serão retomadas a partir da quarta-feira, dia 12 de fevereiro.
Adaptado de www.ufca.edu.br

sábado, 24 de agosto de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Estágio ExpoCrato 2013

Essa atividade teve o intuito de mostrar na prática a extensão do conhecimento teórico dos discentes do curso de Agronomia, nesta grande feira Agropecuária.



sexta-feira, 7 de junho de 2013

RODA DE LEITURA

Agroecologia versus Tecnologia: Verdade ou Mito?



Aguardamos a presença de todos para exercitar a leitura e debater sobre esse assunto, expondo o pensamento crítico de todos participantes em função do texto.

Cadeia de produção integrada é solução para resíduos agroindustriais

Pesquisadora da Embrapa sugere uso comercial de resíduos e unidades mais próximas

por Karin Salomão | Edição: Hanny Guimarães


Uma tonelada de banana gera quatro toneladas de resíduos orgânicos. No caminho entre a lavoura e o consumidor final, 20% a 30% dos grãos, frutas e hortaliças são desperdiçados. Metade do peso da laranja é feito de casca, sementes e bagaço, que também são desprezados. Para evitar o desperdício e gerar lucro a partir dos resíduos, a melhor solução é pensar em uma cadeia de produção integrada, segundo a engenheira química Ana Iraidy Santa Brígida. 

A pesquisadora da Embrapa falou sobre “Aproveitamento de coprodutos e resíduos agroindustriais: um olhar sustentável” durante a Semana do Meio Ambiente, realizada pelo Instituto de Biologia da Universidade de São Paulo. Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, o instituto realiza uma série de palestras sobre sustentabilidade

Segundo ela, cada processo de produção não deve ser pensado de forma isolada, mas interligada para evitardesperdícios. Unidades próximas e reaproveitamento de resíduos também estão entre as principais soluções. Além disso, algumas cadeias podem gerar resíduos ou subprodutos bastante rentáveis. No caso da laranja, o óleo tem alto valor comercial para produção de aromas, alimentos, produtos de beleza ou de limpeza. Na cadeia produtiva da cana, o Brasil é um dos países pioneiros a pesquisar o etanol de segunda geração, feito a partir de resíduos agrícolas, como o bagaço da cana, palhas e outros tipos de biomassa vegetal. 

Pesquisadora da Embrapa falou sobre “Aproveitamento de coprodutos e resíduos agroindustriais: um olhar sustentável” durante a Semana do Meio Ambiente (Foto: Karin Salomão/Arq. pessoal)

Confira abaixo a entrevista com a pesquisadora Ana Iraidy Santa Brígida. 

Globo Rural: Quais são os setores ou indústrias que mais geram resíduos? 

Ana Iraidy Santa Brígida: A nível de impacto econômico, a cadeia produtiva da soja, da cana-de-açúcar, do trigo e do arroz. Com as palhas e bagaços gerados, esses são os maiores produtores pontuais de resíduos. Por isso, hoje, o Brasil está desenvolvendo e investindo na tecnologia do etanol de segunda geração, por causa da grande geração de resíduos. 

Quais são as indústrias mais avançadas quanto à destinação sustentável de seus resíduos? 
Quando pensamos no conceito de biorrefinarias, as indústrias no Brasil que melhor estão caminhando para uma cadeia integrada são as cadeias produtivas da cana-de-açúcar e da laranja. 
A da laranja ainda tem alguns gargalos, mas por questões econômicas. Se eu produzo casca de laranja, mas em pequena quantidade, não é economicamente viável extrair a pectina (polímero da laranja que pode ser usado na indústria alimentar, em gelatinas ou para aumentar a densidade de alimentos), um grande subproduto da cadeia. 

Quais são as principais inovações na área dos últimos anos? 
A grande inovação vem sendo a corrida para o etanol de segunda geração. É uma necessidade que nós temos, pela demanda energética. Obviamente, essa geração não está em uma condição economicamente viável, mas já temos uma usina que está sendo implantada no Brasil, que está sendo pioneira nisso (usina GranBio, em Alagoas, será a primeira no Brasil e tem previsão de inauguração em 2014). A questão é desenvolver cada vez mais esse processo para que ele possa se espalhar. É a inovação, hoje, mais próxima do agronegócio. 

Existe alguma ideia de quanto é desperdiçado economicamente por não reaproveitar os resíduos? 
Não. Não dá para colocar tudo no mesmo bolo. Se você parar para pensar que, para produzir um litro de laranja você tem um desperdício de aproximadamente 50% em massa. Cada cadeia vai ter um valor. Os subprodutos e resíduos de cada cadeia são diferenciados. Você não consegue ter o rastro disso. 

Quais são as principais dificuldades para fazer um ciclo sustentável? 
A grande dificuldade é trazer a questão da consonância. Muitas vezes, você tem ideias de atividades que podem ser desenvolvidas aqui ou acolá. Mas é viável, pensando no transporte, na interligação que esse processo precisa? 
No caso da indústria da laranja, resolve-se muito bem esse problema internamente, porque tudo acontece em um setor. Ela já vende subpacotes que vão ter aproveitamento. Em outros casos, isso não será possível. A ideia é que, uma vez que uma única unidade não consegue desenvolver tudo, outras estejam logisticamente próximas para ser mais viável. 
Nas maiores dificuldades, entra também conseguir o incentivo (governamental) para essas instalações e tecnologias e incentivo fiscal para que essas indústrias se espalhem, se desenvolvam. 

Como a Embrapa está auxiliando o produtor nesse processo para aumentar a sustentabilidade? 
A Embrapa trabalha desde o início da cadeia produtiva, auxiliando inclusive aquelas indústrias que dão apoio à atividade agrícola. Dentro da atividade agrícola o apoio é mais forte e também há apoio na indústria de processamento. A Embrapa atua em toda a cadeia, junto ao pequeno e grande produtor para desenvolver tecnologias ou até mesmo transferir tecnologias que já foram desenvolvidas. Também treina comunidades para que ela esteja capacitada para atuar naquela região e com aquela tecnologia. 

FONTE: http://revistagloborural.globo.com/

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Café com Extensão

Aconteceu na última sexta-feira dia 24 de Maio, no Campus da UFC no Crato, o Café com Extensão que teve como temática O PERFIL DOS PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEMANDADO PELO MERCADO DE TRABALHO, a palestrante convidada foi a Engenheira Agrônoma Maria Helena Araújo, Conselheira do CREA. 


Na ocasião estiveram presentes alunos do curso de Agronomia dos diferentes semestres.



domingo, 26 de maio de 2013

III Semana do Meio Ambiente

O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional Sustentável – PRODER, da Universidade Federal do Ceará - Campus Cariri, está promovendo a III Semana do Meio Ambiente que acontecerá nos dias 03, 04 e 05 de Junho.
O tema central do evento será “Região Metropolitana do Cariri: Diálogos para a Sustentabilidade”. Serão realizadas Mesas-Redondas, Palestra, Visitas Guiadas, Apresentações Culturais e Oficinas.

PROGRAMAÇÃO
03/06
Credenciamento - A partir das 17 h
Local: Hall do Auditório da UFC- Campus Cariri (Bloco III)
18 h – Apresentação Cultural
19h – Mesa de Abertura 
19h30min – Palestra de Abertura
TEMA: Região Metropolitana do Cariri: Diálogos para a Sustentabilidade
Local: Auditório da UFC – Campus Cariri (Bloco III)

04/06   
08h – Visitas Guiadas (para alunos da rede pública de ensino)- Sede do Geopark Araripe (Crato) - Espaço
Soldadinho do Araripe (Crato)
08h Oficina I - Design e tato: desconecte-se e sinta (12 Vagas)
Release: Saindo um pouco das telas dos computadores e utilizando o tato como ferramenta de criação para o design gráfico, valendo-se de texturas, cores e materiais diversos para montar composições. Esta oficina tem por objetivo promover a construção de cartazes que façam uma reutilização de materiais descartados e aparentemente sem utilidade.
Local: Hall da UFC – Campus Cariri
12h às 14 h – Intervalo para almoço
14h – Mesa-Redonda “Debatendo a Região Metropolitana do Cariri”
Local: Auditório do Geopark Araripe – Crato

05/06
08h – Mesa-Redonda “Desafios e muitas possibilidades para a Região Metropolitana do Cariri”
Local: Auditório da UFC – Campus Cariri (Bloco III)
10h – Oficina II – Pastas de papelão (15 Vagas)
Release: Todo congresso ou evento sempre distribui pastas para que os participantes guardem seu material com segurança e facilite no transporte dos papeis que utilizam nas palestras, oficinas etc. É comum desperdiçarmos estas pastas de papelãodescartando-as no lixo, porém esse material é muito resistente e pode ser reutilizado fazendo com que aquele material que sempre é visto como lixo seja percebido como um produto útil.
Local: Hall da UFC – Campus Cariri
12h às 14 h – Intervalo para almoço
14h – Mesa-Redonda “Meu Cariri Sustentável (Vivências)”
Local: Auditório da UFC – Campus Cariri (Bloco III)
17h – Encerramento


Para mais informações: 3semanadomeioambiente@gmail.com


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Café com a Extensão


Não percam, pois todos precisamos dessa informação para nós adequarmos a demanda de mercado atual, aguardo os discentes de agronomia e zootecnia para aprender e debater sobre este tema.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Cine PET “Agropecuária Sustentável e Bioenergia Rural”



No dia 13 de Maio, aconteceu no campus da UFC no Crato o Cine PET que trouxe a temática “Agropecuária Sustentável e Bioenergia Rural”. Na oportunidade, foi apresentada aos participantes uma série retirada do Programa Globo Rural. Ao todo participaram vinte e cinco discentes do curso de Agronomia dos diferentes períodos. O PET Agronomia Cariri, aproveita o ensejo e convida todos os discentes a participarem das atividades do programa de educação tutorial, cuja programação mensal será sempre postada no nosso blog.


domingo, 12 de maio de 2013

XIII Encontro Regional de Agroecologia do Nordeste


          Entre os dias 1 e 5 de maio aconteceu no Cariri cearense o XIII Encontro Regional de Agroecologia do Nordeste, realizado pela Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil – FEAB e em parceria com a Associação Brasileira dos Estudantes de Engenharia Florestal – ABEEF, Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia – ENEBio, Levante Popular da Juventude, Grupo de Valorização Negra do Cariri – GRUNEC, Cáritas Diocesana de Crato e com os movimentos sociais da Via Campesina.

           O encontro contou com a participação de cerca de 700 jovens e agricultores, contando com estudantes de cursos técnicos e superior, além de jovens agricultores e agricultoras representantes dos movimentos sociais campesinos e das escolas do campo da região.
Tivemos como tema do nosso ERA “A juventude do campo e da cidade: semeando a transformação que sonhamos!” Onde pudemos debatê-lo nos painéis principais, mesa redonda e nos painéis paralelos, além de aprendermos um pouco mais sobre a técnica agroecológica nos momentos de oficina e de vivência.

          Saímos ainda no dia 04 de maio para dialogar com a comunidade caririense acerca dos projetos de desenvolvimento que vem sendo implantados aqui no Cariri, mostrando para a sociedade que tipo de desenvolvimento nós queremos. Além dos encontristas participaram do ato moradores do Baixio das Palmeiras e do Gravatá, que vem sendo afetados por esses projetos.

O PET contribuiu no encontro com a participação de dois bolsistas na Comissão Organizadora.

Segue abaixo o link de duas matérias veiculadas na TV: